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Sindicato
dos Trabalhadores Técnico-administrativos em Educação
das Instituíções Federais de Ensino no Município
de Juiz de Fora - MG
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HISTÓRICO
DA ASSOCIAÇÃO
Em 2008, o Sintufejuf
comemora 45 anos de conquistas, benefícios oferecidos
e lutas pelos direitos dos trabalhadores da ativa e aposentados
da universidade, considerando o período em que era uma
Associação. José Ventura No mandato de José Ventura (1968/70), também fundador da Associação, foi implantado o atendimento dentário. Segundo ele, havia sempre filas para as consultas. Em sua gestão, em parceria com o Departamento Pessoal da Universidade, foram oferecidos cursos de capacitação, melhoria, redação, relações públicas, literatura, entre outros. De acordo com Ventura, naquela época, o reitor da Universidade, Gilson Salomão, disponibilizou para a A.S.U.F.J.F. um terreno, onde hoje funciona a Sede Campestre, que pertencia à UFJF. No local eram realizadas as confraternizações, como no Dia dos Funcionários. “Procurávamos unir todos da melhor maneira” afirma Ventura.
HISTÓRICO DA ASSOCIAÇÃO Aloysio Goreske
Em 1980/84, foi a vez de Antônio Cedrola. Segundo o presidente da época, o que mais se desenvolvia era a assistência. “A gente tentava oferecer ao associado coisas que o governo não oferecia, mas não através de manifestações, porque na época era proibido”, conta Cedrola. “Tentamos também fazer atividades esportivas, culturais, mas só o que se desenvolvia era a assistência. E muita gente agradecia a Associação pelo que ela fazia”, diz. Em seu mandato também foram promovidas excursões a pontos turísticos e confraternizações. “Queríamos congregar o funcionário, mas sem qualquer conotação política” acrescenta o ex-presidente. Cedrola conta que sua direção conseguiu que a Universidade tivesse um plano de carreira, através de um quadro que possibilitava a promoção, o que antes não acontecia. “Isso em vista de hoje não era nada, mas para nós naquela época era muito, porque você ficava estagnado em um cargo, sem perspectiva de ser promovido”, completa. Greve De acordo
com Antônio Cedrola, como a greve era proibida, durante
seu mandato, a Associação nunca participou ativamente.
“A ultima manifestação que eu me lembro,
veio uma delegação da Fasubra e pressionou, mas
eu não aceitei. Só aceitava se houvesse um abaixo
assinado dos sócios, como previa o estatuto na época.
Se tivesse a maioria dos sócios, eu convocaria assembléia.
Como não houve, a greve ocorreu a revelia da Associação”,
diz Cedrola. “Foi uma das greves mais longas que tivemos.
Como eu decidi pelo estatuto, não participei de nenhuma
greve. A Associação continuou a funcionar normalmente.
Não havia engajamento da Associação nas
reivindicações”, acrescenta.
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