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Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública de 1º, 2º e 3º Graus da UFJF

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Período em que houve greves nas Universidades Federais desde 1985 até 2007, confira
 

Para quem diz que a greve não dá em nada, veja no que deu Não adianta se iludir. Os trabalhadores não ganham nada de graça. Têm que se organizar, fazer a luta, ir para a greve. Bonzinho, só o Papai Noel. Basta se lembrar de alguns ganhos dos técnicos-administrativos das universidades para comprovar que nada veio de graça. E a diferença entre o que queremos e o que recebemos depende do tamanho da luta. O governo mede a temperatura dos trabalhadores e recua ou avança, dependendo do calor da organização. Muita coisa pela qual lutamos ficou perdida no caminho. Mas muita coisa apareceu direto no contracheque ou na rotina de trabalho. Às vezes, o ganho não aparece porque o objetivo era justamente esse, não deixar aparecer. É o caso das várias tentativas de privatização da Universidade. A vitória dos trabalhadores está no fato de que ela não aconteceu. Mas outras vitórias, mostradas abaixo, aparecem bem, e PARA TODOS. Veja os ganhos:
2004 - Reestruturação da tabela dos servidores técnico-administrativos em educação, com incorporação de gratificações, step (degrau entre os vencimentos) único de 3% e piso salarial de R$ 701,00
2003 - Elaboração da PEC paralela da reforma da Previdência, que minimizou o impacto sobre os trabalhadores públicos
2001 - Incorporação da GAE ao vencimento-base para ativos e aposentados, reajuste de 3,5% e engavetamento do projeto de lei de Emprego Público (que previa contratação pela CLT) e do projeto que privatizava até 25% dos leitos e todo atendimento do HU
2000 - Impedimento do projeto de autonomia universitária do MEC
1998 - Retirada, do Congresso Nacional, da PEC 370, que desresponsabilizaria o governo de parte do investimento nas universidades, autorizando a busca de financiamento na iniciativa priavada e a cobrança de mensalidades dos estudantes
1994 - STF decide que SPFs têm direito à greve, mediante regulamentação pelo Congresso Nacional
1993 - Garantia, em lei, do vale-alimentação
1991 - Reajuste geral de 20%
1989 - Contratação de 1.340 STAs e reconhecimento do direito à aposentadoria integral
1987 - Criação do PUCRCE, unificando o regime jurídico das autarquias e fundações
1986
Reajuste de 75,06% e liberação de 60 bilhões de cruzeiros para as universidades
1983 - Reconhecimento da educação superior como serviço público federal
1982 - Recuo do governo na implantação do ensino pago nas IFES e no projeto de transformação das universidades autárquicas em fundações
1981 - Recuo do governo federal em transformar as universidades autárquicas em fundações
1980 - Reajuste de 82,25%

 
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