Ministério
da Saúde pede atenção aos sintomas
da gripe
19.07.2010 - Ministério
da Saúde
O Ministério da Saúde pediu
hoje (15) que a população fique alerta para
os sintomas de gripe e resfriados, com o começo
do inverno, quando as temperaturas diminuem, o ar fica
mais seco e há uma maior concentração
de pessoas em ambientes fechados, o que favorece a circulação
de diversos tipos de vírus que causam problemas
respiratórios.
A gripe é uma doença causada
pelo vírus influenza, entre seus principais sintomas
estão: dor de cabeça, dor de garganta, febre,
congestão nasal, tosse e coriza. Os sintomas costumam
se manifestar entre dois e três dias após
o contágio e duram em média, uma semana.
No Brasil, o aumento dos casos de gripe ocorre geralmente
entre os meses de maio e outubro.
O resfriado tem sintomas que se confundem
com o da gripe, mas estes demoram menos tempo e são
mais leves. A febre é menos comum e quando aparece
o paciente não tem altas temperaturas.
Crianças e idosos representam o
grupo de maior risco, pois apresentam maiores complicações
quando contraem os vírus da gripe. No Brasil, a
campanha da vacinação de idosos tem o objetivo
de reduzir óbitos e internações causadas
pela gripe, seguindo a recomendação da Organização
Mundial da Saúde (OMS).
Para evitar doenças respiratórias,
é necessário que a população
redobre os cuidados com a higiene. Segundo a Coordenadora
de Vigilância de Doenças de Transmissão
Respiratória do Ministério da Saúde,
Márcia Carvalho, lavar as mãos frequentemente,
não compartilhar objetos pessoais se estiver gripado
ou resfriado e tapar a boca e o nariz com lenço
descartável ao tossir é a melhor maneira
de prevenir essas doenças. Para ela, essa é
uma forma barata e eficaz de prevenção e
deve ser adotada por toda a população.
De acordo com o ministério, a vacinação
é a forma mais eficaz de prevenção
contra diversas doenças, inclusive a gripe. No
caso da influenza A (H1N1) – gripe suína, o Brasil
é o país com o maior registro de pessoas
vacinadas (44%) em relação à população
total. O percentual coloca o país à frente
dos Estados Unidos com 26%, do México com 24% e
da Suíça com 17%.
