Informe de greve do dia 14/07/15 | SINTUFEJUF

Informe de greve do dia 14/07/15

Informe de greve – SINTUFEJUF

 

Assembleia Geral de 14/07/2015

Pauta: greve

Hospital Universitário – Santa Catarina

 

Os servidores tecnico-administrativos em educação da UFJF estiveram reunidos em assembleia as 10h do dia 17 de julho de 2015 no Hospital Universitário (Santa Catarina). A mesa foi composta pelo coordenador geral do Sintufejuf Paulo Dimas de Castro, o coordenador jurídico Carlos Augusto Martins, o coordenador da Fasubra Flávio Sereno e o representante do Comando Nacional de Greve Márcio Sá Fortes.

     A assembleia teve início com o convite feito à categoria pelo coordenador de Saúde Ronaldo Silva, para a adesão à campanha de doação de sangue, a ser realizada na manhã do dia 15.

     Dando sequência à assembleia, Márcio Sá fez o relato sobre a Caravana e sua participação no Comando Nacional de Greve, avaliando ambas como positivas, com ações no Congresso Nacional, entrega de carta (dossiê com todos os ofícios protocolados desde a última greve e todas as tentativas de negociação com o governo) pedindo aos parlamentares apoio à greve. Foram feitas também panfletagens durante audiência pública no MEC e reuniões com o governo. Segundo Márcio a proposta do governo foi munto ruim, no entanto, a reunião foi um avanço tendo em vista que nas greves anteriores demorava-se em torno de dois ou três meses para iniciar a negociação, e desta vez foi mais ágil. O governo, de acordo com Márcio, naquele momento condicionou a abertura de negociação das pautas à aceitação do reajuste proposto, de 21% divididos em quatro anos. Para o Comando Nacional de Greve e Fórum dos SPFs, esta proposta é inaceitável. Foram realizadas também ações no Senado no dia de votação da redução da maioridade penal. Márcio falou também sobre os atos que foram realizados nas reitorias em diversas universidades federais. Em relação à Caravana, Márcio admitiu que houve problemas estruturais, como a ausência de tablado no acampamento e fornecimento das refeições (almoço e lanche). Segundo ele, a estimativa era de receber mil caravaneiros, no entanto, o número foi bastante superior, chegando a mil e duzentas pessoas. Já as passeatas e atos contaram com cerca de cinco mil militantes, entre servidores, docentes e estudantes. Após a reunião de negociação realizada no dia 07 de julho, devido ao entendimento de que o governo se mostrou mais dispostos a negociar, a decisão do CNG foi não fazer nenhuma ação mais contundente naquele momento e aguardar a próxima reunião. O governo falou sobre a possibilidade de reavaliar os 21% e os quatro anos, negociar junto ao MEC a pauta da categoria. Para Márcio, isso foi resultado das ações políticas da base.

     Em seguida, Paulo Dimas ressaltou que a greve estava completando 46 dias, com muitas discussões sendo realizadas em Juiz e Fora, Governador Valadares e Brasília. O coordenador falou sobre o fundo de greve de 1%, que já foi praticamente todo utilizados nas ações de greve e que, portanto seria necessário a contribuição de mais 1% para o fundo, a ser debitado no contracheque de setembro. Paulo colocou a proposta em votação e por unanimidade, com apenas uma abstenção foi aprovado o fundo de greve.

     Flávio Sereno fez a leitura do Informe de Greve do CNG.

O coordenador Carlos Augusto fez o relato sobre o Encontro Jurídico da Fasubra e esclareceu as dúvidas dos presentes na assembleia. Falou sobre o ponto eletrônico durante e após a greve. Segundo ele, a retirada do ponto eletrônico é um direito da categoria e ao final da greve será utilizado apenas o ponto manual.

     Rogério Silva avaliou a caravana como vitoriosa, elogiou a união do CNG que está agindo corretamente independente dos membros pertencerem a correntes distintas. Para ele, o movimento dos servidores técnico-administrativos das universidades é o exemplo para os demais setores públicos de que não se pode ficar calado.

 

 

A assembleia é encerrada pela mesa.

 

Diretoria Executiva do Sintufejuf