Informe de greve (01/07/2015) | SINTUFEJUF

Informe de greve (01/07/2015)

Informe de greve – SINTUFEJUF

 

Assembleia Geral de 01/07/2015

Pauta: greve

Restaurante Universitário – Centro

 

Os técnico-administrativos se reuniram em assembleia no dia 01/07/2015, às 9h, no Restaurante Universitário (Centro). Compuseram a mesa o Coordenador GeraL do Sintufejuf, Paulo Dimas de Castro, o representante do Comando Local de Greve Heronides Meireles, e os coordenadores da Fasubra Maria Angel Costa e Flávio Sereno.

A assembleia teve início com os informes sobre o baile do servidor e orientações para a caravana. O coordenador Paulo Dimas falou sobre a proposta do governo de reajuste de 21,3% dividido em quatro anos. Seguindo os moldes da Assembleia ocorrida na véspera, no Hospital Universitário, Flávio Sereno leu o Informe de greve da Fasubra, com a avaliação feita pelo Comando Nacional da greve e análise da proposta do governo de 21,3% divididos em quatro anos. Flávio Sereno ressaltou que a assembleia iria avaliar as duas propostas, a do governo e a resposta da reitoria para a pauta local. O coordenador da Fasubra leu o documento enviado e assinado pelo vice-reitor Marcos Chein, com as respostas ponto a ponto da pauta.

Em seguida, Maria Ângela falou sobre os boatos ocorrido no HU nos últimos dias em relação ao suposto fim da greve. Ela alertou a categoria para ficar atenta aos boatos, e destacou que quem começa e termina uma greve é a assembleia e não qualquer chefe de setor. Maria Ângela comentou a ampla participação da categoria na primeira assembleia noturna do HU e que a experiência de fazer assembleias em horários diferentes tem sido positiva, pois possibilita a participação de toda a categoria.

O coordenador do jurídico do Sintufejuf Carlos Martins também fez o relato sobre a situação dos hospital universitário e as reuniões com o reitor e direção do HU. Ele afirma que o comando de greve utilizou a legislação para se defender, ressaltando que o documento enviado pelo Ministério Público pedindo a retomada do HU em 100% era apenas uma recomendação e não uma ordem. Foi possível mostrar na conversa que a lei 8112 é majoritária e decreto nenhum pode se sobrepor a ela. Ele afirma que existe um decreto que diz que o ponto eletrônico deve estar instalado e outro decreto que diz que o registro de ponto pode ser feito de três formas, mecânica, eletrônica ou manual, ou seja, não existe nada que obrigue o trabalhador a utilizar o ponto eletrônico. O decreto que recomenda a instalação não modifica artigo nenhum. Carlos afirma que o vice-reitor analisou o decreto e concluiu que o ponto pode ser feito manualmente. Segundo Carlos, o que obriga o ponto do APH é uma resolução interna da UFJF.

Em relação ao funcionamento do HU a 100%, o entendimento da administração, conforme Carlos, é que os trabalhadores da fundação dariam suporte total, no entanto, eles não levam em consideração que existem setores e horários que não há mão de obra terceirizada. Ele afirma que a oferta de serviços deve ser de 30% e não a mão de obra, tendo em vista que existem setores que contam com apenas um funcionário, estes não teriam como funcionar com 30% de trabalhadores, mas teriam como reduzir a prestação do serviço. De acordo com Carlos, o Dr. Júlio Chebli e o Marcos Chein deixaram claro que conversaram com o promotor e  reconheceram haver diálogo entre o comando, a reitoria e a administração do HU, e se estão sendo respeitados os 30% não há problema legal.

A assembleia referendou os nomes Felipe Santos, Maria Ângela Costa, Rosangela Frizzero e Heronides Meireles para fazerem parte do Comando Nacional de Greve após o retorno dos delegados Luiz Roberto Pereira e Márcio Sá Fortes.

Foi votado e aprovado por unanimidade também a necessidade de rejeitar com veemência a proposta do governo e apresentar uma contraproposta da categoria, recusando a questão de plurianuidade que amarra o movimento de greve. Votaram também a exigência de que o governo abra negociação com o restante da pauta dos Fórum dos Servidores Públicos Federais.

Em relação à pauta loca, a categoria aprovou por unanimidade que o Sintufejuf e o Comando Local de Greve procure a APES para propor uma reunião conjunta e aberta das duas categorias para neste momento tratar especificamente do PROQUALI.

 

            A assembleia é encerrada pela mesa.

 

Diretoria Executiva do Sintufejuf